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	<title>Isabel, Nina e Eu</title>
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		<title>Karma e início de ciclos antigos</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 15:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Some people misunderstand the concept of karma. They take the Buddha&#8217;s doctrine of the law of causality to mean that all is predetermined, that there is nothing that the individual can do. This is a total misunderstanding. The very term karma or action is a term of active force, which indicates that future events are [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=924&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Some people misunderstand the concept of karma. They take the Buddha&#8217;s doctrine of the law of causality to mean that all is predetermined, that there is nothing that the individual can do. This is a total misunderstanding. The very term karma or action is a term of active force, which indicates that future events are within your own hands. Since action is a phenomenon that is committed by a person, a living being, it is within your own hands whether or not you engage in action.</p>
<p>Dalai Lama</p></blockquote>
<p>Segundo o Budismo, o <em>karma</em> são as ações do indivíduo no mundo, sejam elas boas ou não. Portanto, diferente de como se aplica o uso do termo, o karma não é um fardo difícil de carregar, uma espécie de &#8220;castigo&#8221;, derivado de outras vidas, inescapável por princípio. Ao contrário, o karma sugere que é preciso rever as próprias ações na vida presente, uma tarefa que não é assim tão complicada, se imaginamos que viver pode ser como escrever um texto &#8211; a versão final pode nem ser perfeita, contudo não se chega a um bom texto sem antes revisá-lo.</p>
<p>Quando penso a crise em Portugal, não há outra palavra mais adequada para definí-la: é kármico. Mas, é bom dizer, não é que seja inescapável por princípio, não estava previsto por princípio que Portugal entraria em tamanha crise econômica e política; mas, houve escolhas infelizes que foram feitas. Eu me pergunto: desde que Portugal entrou para a UE o que efectivamente fez para que crescesse e deixasse de ficar na periferia da Europa?</p>
<p>Agora, em Portugal um novo ciclo parece querer se iniciar, ou re-iniciar. Novas levas de emigrantes portugueses em breve chegarão ao Brasil e a muitos outros países bem mais distantes&#8230; Não irão de navio, como o meu pai; não chegarão com pouca educação, como os imigrantes dos séculos XIX e XX em busca do Eldorado; não querem ser padeiros, nem pasteleiros, como seus avôs ou bisavôs emigrados; leram Fernando Pessoa, ouvem música inglesa e falam inglês com fluência, às vezes também espanhol;  não querem mais a França, nem a Suiça, nem a Alemanha porque já nem há tanto lugar assim para eles como antes; a América talvez seja coisa do passado também&#8230;</p>
<p>Quem vai ficar, então: os idosos; os que tiverem bom emprego; os que não tiverem dinheiro para sair; os que têm medo ou outras não-coragens ; crianças com suas avós e algumas exceções, pois estas há sempre. Ando aqui a perguntar-me &#8211; como se pergunta um português -, o que eu vou decidir. Ainda não sei, mas ando pensando bastante. Tenho no máximo 2 a 3 anos para fazê-lo. Até lá, vou tentar manter o meu bom karma&#8230;</p>
<br />Filed under: <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/portugal/'>Portugal</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/reflexoes/'>Reflexões</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ninaeeu.wordpress.com/924/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ninaeeu.wordpress.com/924/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ninaeeu.wordpress.com/924/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ninaeeu.wordpress.com/924/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ninaeeu.wordpress.com/924/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ninaeeu.wordpress.com/924/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ninaeeu.wordpress.com/924/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ninaeeu.wordpress.com/924/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ninaeeu.wordpress.com/924/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ninaeeu.wordpress.com/924/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ninaeeu.wordpress.com/924/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ninaeeu.wordpress.com/924/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ninaeeu.wordpress.com/924/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ninaeeu.wordpress.com/924/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=924&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pequena lição de gramática</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 23:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[História pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[Místicos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[A solidariedade e o respeito ao próximo não são patentes de nenhum credo. Embora muitas religiões reclamem para si o direito de defesa dos princípios considerados mais nobres, estes mesmos princípios não lhes pertencem. Houve um tempo, antes de a minha filha nascer, em que eu acreditava que uma religião, ou alguma religião, seria necessária [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=916&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A solidariedade e o respeito ao próximo não são patentes de nenhum credo. Embora muitas religiões reclamem para si o direito de defesa dos princípios considerados mais nobres, estes mesmos princípios não lhes pertencem.</p>
<p>Houve um tempo, antes de a minha filha nascer, em que eu acreditava que uma religião, ou alguma religião, seria necessária para a formação de uma criança. Hoje, não vejo as coisas desta forma. Isto porque minha atual concepção de religiosidade é de tal modo íntima e pessoal, que eu não creio que qualquer um dos modelos existentes seja suficiente, às vezes até necessário, ao desenvolvimento religioso da minha pequena.</p>
<p>A religiosidade enquanto modo de ligação ou acesso ao que é da ordem do transcendente, é uma coisa que para mim é cara. Pode haver os que me considerem mística e, por vezes, até bem estranha, mas não posso ignorar a presença constante do fato espiritual no meu cotidiano. Não é simplesmente uma questão de fé.  É uma espécie de hipertexto escondido na minha página pessoal que pode reconfigurar meu modo de ver e agir no mundo em todos os cenários em que tenho um papel qualquer, inclusive quando eu estou &#8220;apenas&#8221; dormindo.</p>
<p>Um exemplo. Quando eu tinha 8 ou 9 anos lembro de me pegar pensando seriamente sobre a questão da morte. Até esta época eu nunca tinha perdido ninguém próximo e nem sequer tinha ido a um funeral. No entanto, refletia a respeito e comecei a acariciar a ideia de que somos nós que determinamos quando devemos morrer, que a morte seria mais um produto de uma escolha do que uma simples fatalidade. É verdade que é certo que um dia morreremos, mas o limite de nossa vitalidade seria um ato da própria vontade. Que isto não se confunda com o suicídio&#8230; Até hoje esta ideia faz muito sentido para mim, embora ela tenha sido pensada em tão tenra idade.</p>
<p>O que mais me incomoda nos principais modelos religiosos existentes é a sua exterioridade: diretrizes de caráter coletivo; rituais; processos; proselitismos; caráter messiânico; apropriações indevidas de ideias, valores e perspectivas sobre o que deveria pautar as relações sociais; determinações do que é sagrado e do que não é. Quanto mais exterioridades, menos respeito parece haver pela auteridade, isto porque muita exterioridade parece imposição de representação. Não é novo o que eu vou dizer, mas infelizmente, muito atos de desrespeito ao próximo aconteceram e ainda acontecem em nome de uma crença religiosa.</p>
<p>Sinceramente, rezo para que um dia os seres humanos sejam capazes de se respeitarem independentemente de suas crenças. Enquanto isto não acontece, tentarei educar minha filha a respeitar todas as que existem. Espero, contudo, que ela não ignore o fato de que esta mesma multiplicidade religiosa, que deve ser respeitada, é principalmente uma amostra de como a espiritualidade pode ser uma maneira muito particular de lidar com o infinito em nós. Que minha pequena seja muito bem-vinda à descoberta do seu próprio universo sagrado de possibilidades. Afinal, religião é um verbo que se conjuga muito bem na primeira pessoa do singular.</p>
<br />Filed under: <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/historia-pessoal/'>História pessoal</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/isabel/'>Isabel</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/misticos/'>Místicos</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/reflexoes/'>Reflexões</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/religiao/'>Religião</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ninaeeu.wordpress.com/916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ninaeeu.wordpress.com/916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ninaeeu.wordpress.com/916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ninaeeu.wordpress.com/916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ninaeeu.wordpress.com/916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ninaeeu.wordpress.com/916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ninaeeu.wordpress.com/916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ninaeeu.wordpress.com/916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ninaeeu.wordpress.com/916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ninaeeu.wordpress.com/916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ninaeeu.wordpress.com/916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ninaeeu.wordpress.com/916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ninaeeu.wordpress.com/916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ninaeeu.wordpress.com/916/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=916&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>5&#8230; 4&#8230; 3&#8230; 2&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 10:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste exato momento faço contagem regressiva para entrar de férias. Não quero ter que pensar no meu cotidiano, colocar roupas de trabalho ou planejar o que fazer para o artigo que vou submeter àquela revista. Estou cansada sobretudo da minha rotina. Obviamente que não estou cansada da parte da minha rotina que inclui Isabel, pois [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=866&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ninaeeu.files.wordpress.com/2010/08/ferias.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-867" style="margin-left:3px;margin-right:3px;" title="ferias" src="http://ninaeeu.files.wordpress.com/2010/08/ferias.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a>Neste exato momento faço contagem regressiva para entrar de férias. Não quero ter que pensar no meu cotidiano, colocar roupas de trabalho ou planejar o que fazer para o artigo que vou submeter àquela revista. Estou cansada sobretudo da minha rotina. Obviamente que não estou cansada da parte da minha rotina que inclui Isabel, pois cada dia com uma bebê de um ano e meio é sempre uma novidade.</p>
<p>Agora, por exemplo, minha filha está com a mania de pegar meus sapatos &#8212; os de salto alto, é claro &#8212; e sair andando pela casa com eles. Já lhe disse que se ela, com esta idade, já consegue andar com tanta desenvoltura com sapatos que são quatro ou cinco vezes maiores que os seus pés, imagine quando ela chegar aos quinze? Algo me diz que essa menina vai me dar trabalho.</p>
<p>Desejo ótimas férias ou continuação de bom trabalho para os que, respectivamente, vão ou ficam!</p>
<br />Filed under: <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/ferias/'>Férias</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/gatos/'>Gatos</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/isabel/'>Isabel</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ninaeeu.wordpress.com/866/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ninaeeu.wordpress.com/866/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ninaeeu.wordpress.com/866/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ninaeeu.wordpress.com/866/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ninaeeu.wordpress.com/866/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ninaeeu.wordpress.com/866/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ninaeeu.wordpress.com/866/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ninaeeu.wordpress.com/866/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ninaeeu.wordpress.com/866/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ninaeeu.wordpress.com/866/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ninaeeu.wordpress.com/866/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ninaeeu.wordpress.com/866/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ninaeeu.wordpress.com/866/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ninaeeu.wordpress.com/866/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=866&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Que não seja apenas mais um</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 12:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogue]]></category>
		<category><![CDATA[Escrever]]></category>
		<category><![CDATA[História pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem criei um blogue privado. Como afirmo: O objetivo deste blogue é provocar mal-estar em mim mesma. Um passo a frente na tentativa de tornar meu desejo história. Sim, pois já estou cansada de contar a história de um desejo, um desejo que, por sinal, está mais para ficção do que realidade. A ideia foi [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=857&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem criei um blogue privado. Como afirmo:</p>
<blockquote><p>O objetivo deste blogue é provocar mal-estar em mim mesma. Um passo a frente na tentativa de tornar meu desejo história. Sim, pois já estou cansada de contar a história de um desejo, um desejo que, por sinal, está mais para ficção do que realidade.</p></blockquote>
<p>A ideia foi criar um espaço onde não sou nem a mãe, nem a mulher, nem tenho história pessoal para contar. Embora isto e muito mais faça parte do que lá vai ser publicado, eu serei &#8220;apenas&#8221; texto.</p>
<p>À medida que eu for efetivamente pondo em prática este sistema de auto-provocação, permito o acesso a uns e outros com quem eu gostaria de ter a possibilidade de interlocução.</p>
<br />Filed under: <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/blogue/'>Blogue</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/escrever/'>Escrever</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/historia-pessoal/'>História pessoal</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ninaeeu.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ninaeeu.wordpress.com/857/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ninaeeu.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ninaeeu.wordpress.com/857/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ninaeeu.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ninaeeu.wordpress.com/857/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ninaeeu.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ninaeeu.wordpress.com/857/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ninaeeu.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ninaeeu.wordpress.com/857/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ninaeeu.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ninaeeu.wordpress.com/857/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ninaeeu.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ninaeeu.wordpress.com/857/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=857&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Música para a memória, in memoriam</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 10:33:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[História pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Time, flowing like a river Time, beckoning me Who knows when we shall meet again If ever But time Keeps flowing like a river To the sea The Alan Parsons Project Parece que foi ontem que eu me sentava diante de um fotógrafo para tirar a fotografia da turma da escola. Minha amiga Andréa estava [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=846&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Time, flowing like a river<br />
Time, beckoning me<br />
Who knows when we shall meet again<br />
If ever<br />
But time<br />
Keeps flowing like a river<br />
To the sea</p>
<p><em>The Alan Parsons Project</em></p></blockquote>
<p>Parece que foi ontem que eu me sentava diante de um fotógrafo para tirar a fotografia da turma da escola. Minha amiga Andréa estava lá ao meu lado. Por muito tempo foi assim, ela sempre estava ao meu lado, nos falávamos todos os dias, tínhamos sempre muitos assuntos para conversar. Mas a vida, por motivos que não estou bem certa, leva as pessoas a cruzarem nossos caminhos e a afastarem-se de nós. A memória dos bons momentos, porém, fica guardada. Aliás, creio que as primeiras amizades que temos na nossa vida são aquelas que constróem nossos padrões de amizades e de relações consideradas verdadeiras.</p>
<p>Andréa contribuiu imensamente para o que eu, com o tempo e com minha vivência, fui dando sentido ao que chamamos de AMIZADE. Ela se foi, mas o tempo que tivemos juntas fica guardado aqui no meu coração. Não mantínhamos mais contato há vários anos, é verdade. Mas não há como esquecer todos aqueles que passaram pela minha vida e tiveram um enorme significado. Acredito que ela vá continuar seu caminho, noutra esfera e, talvez, voltemos a nos reencontrar pelos descaminhos que as múltiplas existências nos conduzem. No entanto, não dava para deixar passar em branco mais essa saudade que a vida me deixa.</p>
<p>Quando perdi minha primeira amiga, em 2005, tive a estranha premonição de que aquela era apenas uma das muitas amizades que a vida levaria para longe. Às vezes reencontro Márcia em sonho, assim como meu primo Luís também, mas é muito estranho quando pessoas que têm idade próxima da sua tornam-se muito menos acessíveis para nós. Suas mortes levam a uma estranha quebra na alma e no tempo e passamos um período a construir <em>déjà vus</em> de uma memória já contaminada pela saudade.</p>
<p>Andréa é mais uma daquelas pessoas que agradeço por um dia tê-la conhecido. Que ela seja bem recebida na outra vida.</p>
<p>Um beijo sincero no seu grande coração.</p>
<br />Filed under: <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/amigos/'>Amigos</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/historia-pessoal/'>História pessoal</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/morte/'>Morte</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/tempo/'>Tempo</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ninaeeu.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ninaeeu.wordpress.com/846/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ninaeeu.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ninaeeu.wordpress.com/846/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ninaeeu.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ninaeeu.wordpress.com/846/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ninaeeu.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ninaeeu.wordpress.com/846/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ninaeeu.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ninaeeu.wordpress.com/846/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ninaeeu.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ninaeeu.wordpress.com/846/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ninaeeu.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ninaeeu.wordpress.com/846/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=846&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Perigos da criação</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 14:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[TPM]]></category>

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		<description><![CDATA[Em plena época de crises financeiras, conflitos planetários e aumento dos impostos, parece que não estou em fase de ir além do meu próprio umbigo. Não me recordo quando escrevi aqui um post decente. Na verdade, não me recordo quando escrevi algo decente.  É fato que o processo de embotamento criativo começou muito antes do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=844&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em plena época de crises financeiras, conflitos planetários e aumento dos impostos, parece que não estou em fase de ir além do meu próprio umbigo. Não me recordo quando escrevi aqui um post decente. Na verdade, não me recordo quando escrevi algo decente.  É fato que o processo de embotamento criativo começou muito antes do nascimento da Isabel, mas minha pequena parece ter levado a um subsequente apagamento da tênue chama de idéias que ainda restava. Daí o vazio.</p>
<p>Pausa.</p>
<p>Espero que as coisas mudem. Esta fase já está me aborrecendo.</p>
<p>(Ligaçao em espera até a TPM passar&#8230;)</p>
<br />Filed under: <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/reflexoes/'>Reflexões</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/tpm/'>TPM</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ninaeeu.wordpress.com/844/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ninaeeu.wordpress.com/844/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ninaeeu.wordpress.com/844/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ninaeeu.wordpress.com/844/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ninaeeu.wordpress.com/844/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ninaeeu.wordpress.com/844/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ninaeeu.wordpress.com/844/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ninaeeu.wordpress.com/844/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ninaeeu.wordpress.com/844/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ninaeeu.wordpress.com/844/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ninaeeu.wordpress.com/844/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ninaeeu.wordpress.com/844/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ninaeeu.wordpress.com/844/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ninaeeu.wordpress.com/844/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=844&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cortázar</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 11:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cortázar]]></category>
		<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Leio &#8221; A volta ao dia em 80 mundos&#8221;. Recordo-me o quanto gosto do Cortázar. Se eu pudesse escolher como eu gostaria de escrever eu diria que queria escrever tal como ele. Abaixo, o três primeiros parágrafos do delicioso &#8220;Do sentimento de não estar totalmente&#8221;: Serei sempre uma criança para muitas coisas, mas uma dessas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=840&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leio &#8221; A volta ao dia em 80 mundos&#8221;. Recordo-me o quanto gosto do Cortázar. Se eu pudesse escolher como eu gostaria de escrever eu diria que queria escrever tal como ele.</p>
<p>Abaixo, o três primeiros parágrafos do delicioso &#8220;Do sentimento de não estar totalmente&#8221;:</p>
<blockquote><p>Serei sempre uma criança para muitas coisas, mas uma dessas crianças que desde o princípio trazem dentro de si o adulto, de maneira que quando o monstrinho chega realmente a adulto, acontece que este traz também dentro de si a criança, e <em>nel mezzo del camin </em>dá-se uma coexistência raramente pacífica de pelo menos duas aberturas para o mundo.</p>
<p>Tudo isto pode entender-se metaforicamente, mas em qualquer caso é indicador de um temperamento que não renunciou à visão pueril como preço da visão adulta, e esta justaposição que faz o poeta e talvez o criminoso, assim como o cronópio e o humorista (questão de doses diferentes, de acentuação aguda ou esdrúxula, de escolhas: agora brinco, agora mato) manifesta-se pelo sentimento de não estar totalmente em nenhuma das estruturas, das teias que a vida arma e nas quais somos simultaneamente aranha e mosca.</p>
<p>Muito do que tenho escrito se pode definir sob o signo da <em>excentricidade</em>, uma vez que jamais admiti uma clara diferença entre viver e escrever; se ao viver chego a dissimular uma participação parcial na minha circunstância, não posso por outro lado negá-la naquilo que escrevo, uma vez que escrevo precisamente por não estar ou por estar de forma parcial. Escrevo por defeito, por deslocação; e como escrevo a partir de um interstício, estou sempre a convidar os outros a procurem os seus e a olharem por eles, o jardim onde as árvores dão frutos que, obviamente, são pedras preciosas. O monstrinho continua firme no seu lugar.</p></blockquote>
<br />Filed under: <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/cortazar/'>Cortázar</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/leituras/'>Leituras</a>, <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/literatura/'>Literatura</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ninaeeu.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ninaeeu.wordpress.com/840/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ninaeeu.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ninaeeu.wordpress.com/840/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ninaeeu.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ninaeeu.wordpress.com/840/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ninaeeu.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ninaeeu.wordpress.com/840/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ninaeeu.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ninaeeu.wordpress.com/840/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ninaeeu.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ninaeeu.wordpress.com/840/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ninaeeu.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ninaeeu.wordpress.com/840/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=840&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Memórias: parte um ou fase Papisa</title>
		<link>http://ninaeeu.wordpress.com/2010/03/24/memorias-parte-um-ou-fase-papisa/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 22:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[História pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem eu tive a oportunidade de conhecer um adolescente sobredotado, como se diz em Portugal. Tem quinze anos, muito alto, simpático, aparentemente um adolescente comum. Contudo, sua mente não parava, nem seus olhos ou sua cabeça e interrompia com certa frequência a fala das pessoas. Pensei com meus botões que ele pode até ser sobredotado, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=831&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem eu tive a oportunidade de conhecer um adolescente sobredotado, como se diz em Portugal. Tem quinze anos, muito alto, simpático, aparentemente um adolescente comum. Contudo, sua mente não parava, nem seus olhos ou sua cabeça e interrompia com certa frequência a fala das pessoas. Pensei com meus botões que ele pode até ser sobredotado, mas deve ter um déficit de atenção ali no meio e uma infantilidade que também o atrapalha em seus relacionamentos pessoais.</p>
<p>Desde ontem, não por acaso, lembrei de mim quando criança e adolescente. Não, eu não fui e nem sou sobredotada. Nem nunca me vi assim. Mas carreguei um certo estigma de “inteligente” por ter aprendido a ler sozinha e ter que usar óculos ainda no jardim-de-infância. Além disso, tal como o rapazinho, era imatura e tinha imensa dificuldade em lidar com as pessoas. Eram poucos meus amigos e nem sempre minhas diversões preferidas pareciam agradar àqueles que tinham a mesma idade que eu. Ainda assim, eu tentava ser como todos: brincava, ia a reuniões, festas mas não era raro que algum assanhado percebesse minha singularidade e me elegesse como vítima preferida. Na época não se sabia o que era o <em>bullying</em>, mas eu já respirava este conceito.</p>
<p>Quando criança eu era doida para crescer logo, até que aos dez anos mudei de escola, pois os melhores alunos das escolas municipais iam para o Colégio Pedro II. Sinceramente, acho que o CPII me salvou. Quando cheguei lá encontrei muita gente parecida comigo, uns mais estranhos, outros mais divertidos, mas todos pareciam querer falar a mesma língua que eu ou, ao menos, entendiam mais ou menos aquilo que eu dizia. Ufa, pensei, afinal eu não sou a pessoa mais estranha que há no mundo. Bem, acho que eu não era mesmo, mas também não ficava assim muito longe.</p>
<p>Aos 14 anos eu lia sem parar. Em geral lia o que me caía nas mãos, mas aos poucos, fui elegendo a parapsicologia como minha leitura preferida. Já havia revistas para adolescentes românticas, com hormônios nos píncaros. E eu realmente era bem romântica, é verdade, mas eram as casas mal-assombradas, os fenómenos paranormais, as visões, as cartas Zenner e uma infinidade de temas similares que mexiam comigo e me levavam às livrarias, bibliotecas e palestras sobre o assunto. Acho que foi por isso que minha primeira faculdade foi Psicologia. Não havia nada mais próximo e era o que eu podia ter.</p>
<p>Entre os 14 anos e minha entrada na universidade, aos 17, eu tive, por exemplo, aulas de Filosofia no colégio. Nessa época eu realmente já estava muito avançada nas minhas pesquisas acerca da mente humana, do pensamento etc, e não dava para aceitar com muita paciência uma aula de Filosofia dada pelo padre que tinha dado religião da quinta à oitava série e tentado me converter ao seu bizarro cristianismo. Além disso, eu era dessas alunas que lia o livro no início do ano letivo e vi que aquele professor, em um ano de aulas, simplesmente ignorou uma série de escolas filosóficas e não deu muito mais que alguns pré-socráticos e um aristótelesinho meio mais ou menos. Hoje, lembrando daquela perda de tempo com o padre Sebastião – era esse o nome do professor, que nem parecia má pessoa, veja só, mas era mesmo limitado como professor de religião e filosofia –, vejo que ele não teria tido condições intelectuais e emocionais de dar uns trechos dos diálogos de Platão sobre o Amor em Banquete, muito menos citar um dos muitos aforismos do Nietzsche ou falar das indagações de Bachelard sobre a ciência. Bom, se tinha e não fazia, olha, então nem boa pessoa ele era.</p>
<p>Foi numa aula de Filosofia que eu recebi minha única advertência na caderneta do Colégio. Até então minha atuação vinha sendo impecável em termos de comportamento em sala com professores e alunos. Mas eu achava as aulas do padre Sebastião um acinte a tudo o que eu vinha estudando e ao me método autodidático de estudo sobre as coisas e o mundo. Eu era arrogante, é verdade, e a personalidade insegura do professor também não colaborava.</p>
<p>Eu também buscava uma estranha forma de auto-conhecimento em relação à qual eu via que a maioria dos meus colegas, amigos e professores passava simplesmente ao largo. Era algo entre Santo Agostinho e tudo aquilo que eu vinha lendo e, nesse sentido, o oculto acabava atuando como personagem principal das minhas sagas pessoais e aventuras intelectuais.</p>
<p>De um jeito meio Papisa, estranho para uma menina adolescente, acabei por chegar ao mundo dos adultos. Aí chegando, porém, muita coisa acabou se alterando, embora eu seja apaixonada pelos roteiros do Charlie Kaufman e ainda me identifique com os personagens labirínticos do Woody Allen, que eu descobri ainda na infância.</p>
<br />Filed under: <a href='http://ninaeeu.wordpress.com/category/historia-pessoal/'>História pessoal</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ninaeeu.wordpress.com/831/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ninaeeu.wordpress.com/831/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ninaeeu.wordpress.com/831/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ninaeeu.wordpress.com/831/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ninaeeu.wordpress.com/831/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ninaeeu.wordpress.com/831/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ninaeeu.wordpress.com/831/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ninaeeu.wordpress.com/831/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ninaeeu.wordpress.com/831/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ninaeeu.wordpress.com/831/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ninaeeu.wordpress.com/831/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ninaeeu.wordpress.com/831/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ninaeeu.wordpress.com/831/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ninaeeu.wordpress.com/831/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=831&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Portugal, o Estado e a falta de jeito</title>
		<link>http://ninaeeu.wordpress.com/2010/01/21/portugal-o-estado-e-a-falta-de-jeito/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 08:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[História pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Há tempos venho refletindo sobre o Estado e a mentalidade do cidadão em Portugal. Obviamente que isto dá muitas teses de doutorado e não consigo expor tudo o que há num post. Mas vamos ao que me interessa&#8230; Sou brasileira e na minha vida, efetivamente, o Estado brasileiro esteve realmente muito presente na minha educação. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=826&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há tempos venho refletindo sobre o Estado e a mentalidade do cidadão em Portugal. Obviamente que isto dá muitas teses de doutorado e não consigo expor tudo o que há num post. Mas vamos ao que me interessa&#8230;</p>
<p>Sou brasileira e na minha vida, efetivamente, o Estado brasileiro esteve realmente muito presente na minha educação. Só. Nunca contei com o Estado para muito mais além disso. Nos outros campos onde o Estado esteve envolvido durante os 36 anos e meio em que lá vivi, de modo geral, tem sido mal sucedido. É verdade que tivemos uns 30 anos de ditadura, mas não percebo este estado autoritário como bem sucedido do ponto de vista de sua influência na minha vida cotidiana, pois, exceto mesmo pela minha educação, como disse, nunca contei com o estado para mais nada.</p>
<p>Fico realmente aparvalhada quando formam-se vários movimentos que receiam uma &#8220;espécie de comunismo&#8221; no Brasil. Sinceramente, não vejo qualquer possibilidade de haver estado comunista ou algo que se assemelhe no Brasil. Parece incrível o que vou dizer, mas a estrutura do &#8220;jeitinho&#8221; que nos parece um defeito quando vamos aos países desenvolvidos é também um trunfo que temos. O &#8220;jeitinho brasileiro&#8221; é a possibilidade de contínua e imprevisivelmente reverter o fluxo das coisas e alterar os resultados. Nos dias de hoje, não há nada mais original e à frente do tempo. No Brasil, temos é que aprender a utilizar isto de modo a integrar a todos, para construirmos uma nação forte. Ressaltando: nação e não Estado forte. Isto porque a idéia do &#8220;jeitinho&#8221; seria muito interessante se utilizada com vistas ao coletivo também e não voltada exclusivamente para o ganho pessoal &#8211; até porque, do ponto de vista pessoal, no Brasil, sempre foram muito poucos os que ganharam com este &#8220;jeitinho&#8221;.</p>
<p>Estado forte, provedor, presente, tal como na Inglaterra, França&#8230; e até em Portugal pode ter tido seu lado bom. Mas acho que precisamos de um lugar no meio entre a ausência e a enorme presença do Estado. A ausência do estado causa danos à cidadania muito difíceis de lidar. Pode-se ver isto na história do Brasil e, atualmente, vemos o extremo do Haiti. Contudo, creio que sua presença maciça também causa muitos &#8220;traumas&#8221;.</p>
<p>Como conciliar interesse pessoal e coletivo? Sinceramente, não sei ainda, estou na busca de entender esta questão. Já sabemos que a resposta não está nem no comunismo e nem no liberalismo. Mas sei que, aqui em Portugal, paira um ranço de uma história que insiste em se reinventar e me leva a temer meu futuro e o de minha filha. Não há nada o que temer especificamente, pessoalmente, nenhuma ameaça, se é isso que se quer saber. Mas eu temo por não saber lidar com o fato de que o Estado aqui é previsível quanto a sua disposição em dificultar as coisas e tomar partido no nosso lugar.</p>
<p>Além disso, em Portugal, há uma postura de inflexibilidade que independe de partidos políticos ou de posição social, que independe da figura de poder que lá esteja, pois parece ter penetrado na alma de grande parte dos que nasceram e foram criados aqui. Admiro cada vez mais meu pai que, ao ver este cenário reproduzido dentro da sua casa, resolveu dispor do futuro de modo mais criativo para si e, consequentemente, também para mim. E é provável que minha filha também tenha muito a ganhar com isto.</p>
<p>Decididamente, falta jeito a Portugal. Dava-lhe jeito, como se diz por aqui. Acho que os que tem esta espécie de jeito vão-se embora. Talvez eles pensem, tal como Eça de Queiróz, que Portugal não é um país, mas apenas um sítio, um lugar e, em última instância, uma espécie de feudo onde já existe senhor e nada mais se pode fazer além da mera vassalagem.</p>
<br />Posted in Brasil, História pessoal, Isabel, Política, Portugal, Reflexões  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ninaeeu.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ninaeeu.wordpress.com/826/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ninaeeu.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ninaeeu.wordpress.com/826/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ninaeeu.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ninaeeu.wordpress.com/826/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ninaeeu.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ninaeeu.wordpress.com/826/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ninaeeu.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ninaeeu.wordpress.com/826/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ninaeeu.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ninaeeu.wordpress.com/826/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ninaeeu.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ninaeeu.wordpress.com/826/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=826&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A história vem com o tempo</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 16:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação, Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Em novembro de 2009, eu escrevi aqui neste blog um artigo que, salvo pequenas alterações, também foi publicado no Observatório da Imprensa no dia 10 de novembro. Neste, eu dizia que: [...] o suposto receio do avesso da democracia ou de um regime autoritário, expressado em outros canais, para além do editorial do Estadão, parece [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=821&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em novembro de 2009, eu escrevi <a href="http://ninaeeu.wordpress.com/2009/11/05/leitura-de-um-brasil-o-inferno-da-minoria-maioral/" target="_blank">aqui neste blog</a> um artigo que, salvo pequenas alterações, também foi publicado no <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=563FDS015">Observatório da Imprensa</a> no dia 10 de novembro. Neste, eu dizia que:</p>
<blockquote><p>[...] o suposto receio do avesso da democracia ou de um regime autoritário, expressado em outros canais, para além do editorial do <em>Estadão</em>, parece mais um desejo de que isto assim se dê. De fato, a maioria dos da minoria, que hoje reclamam, colaborou em anteriores governos autoritários. Logo, não creio que, para esta minoria, a democracia seja realmente o melhor dos mundos.</p></blockquote>
<p>A idéia não era fazer defesa do atual governo, entretanto parecia previsível que havia qualquer ranso pré-64 no ar, muito embora eu não fizesse parte do mundo dos vivos nesta época e não saiba narrar o sentimento que pairava então.</p>
<p>Pois bem, creio que vale a pena a leitura da bela análise de conjuntura feita por <a href="http://www.viomundo.com.br/opiniao/o-que-aprendi-na-polemica-do-pndh/" target="_blank">Luís Carlos Azenha em seu blog</a>. Por conjuntura quero dizer as relações entre os meios de comunicação e o poder.</p>
<p>Outra coisa, mas ainda no mesmo sentido.</p>
<p>Para além disso, assusta-me que algumas pessoas que aprecio e conheço pessoalmente estejam observando as coisas por vieses ultra-direitistas e lulofóbicos. Para mim, toda aversão obscurece o pensamento e bitola a alma. Não sou petista, não sou de esquerda, nunca fui comunista, nem militante de coisa alguma. Minha causa é humana acima de tudo: pela paz dos corpos, dos espíritos e pela boa convivência entre tudo e todos. Vivo em busca disto e com base nisto educo minha filha.</p>
<br />Posted in Brasil, Comunicação, Jornalismo, Leituras, Política  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ninaeeu.wordpress.com/821/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ninaeeu.wordpress.com/821/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ninaeeu.wordpress.com/821/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ninaeeu.wordpress.com/821/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ninaeeu.wordpress.com/821/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ninaeeu.wordpress.com/821/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ninaeeu.wordpress.com/821/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ninaeeu.wordpress.com/821/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ninaeeu.wordpress.com/821/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ninaeeu.wordpress.com/821/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ninaeeu.wordpress.com/821/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ninaeeu.wordpress.com/821/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ninaeeu.wordpress.com/821/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ninaeeu.wordpress.com/821/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ninaeeu.wordpress.com&amp;blog=1795922&amp;post=821&amp;subd=ninaeeu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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