Rio, São Paulo e Salvador

Há três cidades brasileiras onde eu viveria sorrindo: Rio, onde já vivo, São Paulo e Salvador. Ok, eu não visitei o Brasil todo mas entre Porto Alegre, Vitória, Campo Grande, Brasília, Curitiba, Natal, João Pessoa, Fortaleza e as três acima citadas, não há dúvidas.

Bem, estou falando viver mesmo, ou seja, onde eu poderia ter um emprego, criar meus filhos, passar domingos tediosos, chorar meus desamores, pegar engarrafamento, ver o céu desabar sobre minha cabeça em dia de temporal — mesmo com enchentes! –, convidar meus amigos, pegar um dvd na locadora, cumprimentar o síndico no elevador, jogar o lixo fora.

Fora do Brasil, só mesmo Paris, NYC e Lisboa, até porque me faltam muitas referências, não visitei a maior parte da Europa — desculpe decepcioná-los. De qualquer forma, depois de anos vivendo em um desses três lugares eu teria que voltar pro Brasil e escolheria um daqueles três lugares, certamente.

Portanto, ao me telefonarem, nunca esqueçam de digitar 21 ou 11 ou 71.

Sobre Monica Carvalho
Pelos motores de busca e por um comentário há tempos aqui no meu blog, imagino a quantidade de figuras que acham que o Nina e eu é o blog da modelo que posou nua na revista. Que desilusão ao perceber que a homônima aqui escreve muito sobre cinema, músicas estranhas, política e comunicação social, quando não escreve uns contos ou umas poesias. Aqui, caro leitor, não tem bundinha de fora, nem peitinho à mostra, nem pelos púbicos ou partes depiladas. Mas às vezes, acabo comentando acerca de umas safadezas que acontecem nesse nosso mundo doido de pedra. Algumas delas são mais indecentes que qualquer imagem de revista masculina. Ai, ai, mundo cruel, sobretudo para os internautas necessitados que na busca de uma fotinho pra aliviar as entranhas, têm que tocar o bicho com meus comentários sobre política internacional ou ao som do Tom Zé.

2 Responses to Rio, São Paulo e Salvador

  1. Reynaldo diz:

    Adoro Sampa tb,mas pra passar dias,usurfruir da boa culinária e espaços diversos. Morar não! Morar somente aqui no Rio de Janeiro ou em Barcelona, cidades vizinhas e irmãs gêmeas univitelinas no meu imaginário delirante(risos).
    Beijos
    Rey

  2. Hernan diz:

    De un film argentino llamado “Un lugar en el mundo” de Adolfo Aristarain -bastante malo por cierto-, rescato un diálogo entre Leonor Benedetto que hace de monja (freira) y Jose Sacristan que hace de geologo progre y ateo. Están en medio del campo, un pueblito perdido.
    Ella dice que vivir se puede vivir en cualquier lado, lo mismo da. El responde algo así como -Eso sí es misticismo.

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