Magnetismo, Reiki, passes, auto-cura

Li hoje no Globo Online:

Uma equipe internacional de cientistas descobriu dois genes responsáveis por fazerem células responderem a sinais elétricos do corpo para curar ferimentos. Os especialistas demonstraram ainda que a aplicação de um campo elétrico numa ferida altera o movimento das células, acelerando o processo de cicatrização. O estudo foi publicado na última edição da “Nature”.
Ler mais no Globo Online e sobre o pesquisador responsável.

No século XVIII, o médico Mesmer foi considerado maluco ao usar o magnetismo para realizar curas em seus pacientes. Também introduziu um estranho conceito de fluido universal em sua tese de doutorado — eu teria adorado fazer teses nesta época. Charcot e Freud, já no século XIX, passaram a incluir a técnica da hipnose no tratamento das neuroses e, ao contrário do que alguns que me conhecem imaginam, foi também na faculdade de Psicologia que eu tive uma longa e interessantíssima aula sobre Mesmer.

No século XX, Mikao Usui, monge japonês – cristão ou budista, não sei, pois encontrei ambos em minha pesquisa -, disseminou a terapia do Reiki e falava em energia vital (ki) do universo (Rei). O Reiki utiliza a técnica de imposição das mãos sobre os chakras e serve tanto para cura de outros como de si mesmo. O mesmo se faz nos passes magnético e espiritual utilizados no Espiritismo, com a diferença de que o tempo de imposição das mãos é bem menor.

Agora, um gene parece que começa a ser descoberto. Mas, sinceramente, a coisa nunca foi tão inverossímil assim, afinal campos magnéticos produzidos pelos corpos de modo geral, não são uma grande novidade no meio científico. Os objetos, animais, plantas, pessoas, enfim, tudo é muito mais conectado do que imaginamos.

O universo em rede proposto pela internet, através do qual eu escrevo estas linhas aqui, é apenas uma metáfora de uma grande rede eletro-magnético-vibratória que nos conecta todos e tudo ao universo.

Não falo em deus, nem em religião, mas é verdade que é isto que me “liga”. Afinal, tudo fica claro quando se fala de amor e ódio, só para ficarmos no básico.

Sobre Monica Carvalho
Pelos motores de busca e por um comentário há tempos aqui no meu blog, imagino a quantidade de figuras que acham que o Nina e eu é o blog da modelo que posou nua na revista. Que desilusão ao perceber que a homônima aqui escreve muito sobre cinema, músicas estranhas, política e comunicação social, quando não escreve uns contos ou umas poesias. Aqui, caro leitor, não tem bundinha de fora, nem peitinho à mostra, nem pelos púbicos ou partes depiladas. Mas às vezes, acabo comentando acerca de umas safadezas que acontecem nesse nosso mundo doido de pedra. Algumas delas são mais indecentes que qualquer imagem de revista masculina. Ai, ai, mundo cruel, sobretudo para os internautas necessitados que na busca de uma fotinho pra aliviar as entranhas, têm que tocar o bicho com meus comentários sobre política internacional ou ao som do Tom Zé.

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