Que bom que o Brasil existe!

É isso mesmo: que bom que o Brasil existe e é o país em que eu nasci!

Se eu faço ou ainda poderei vir a fazer alguma diferença neste nosso mundo “acabadim”, como diria André Abujamra, é porque nasci e me criei nesta terra, vendo, ouvindo, lendo, sentindo, gerando e até mesmo sofrendo os efeitos da fusion, que se fez, inclusive, sob o próprio teto onde fui criada, à base de moqueca capixaba com bacalhoada, temperada com azeite e coloral, sorvendo vinho e cachaça, ao som de samba e fado.

Claro que não sou cega para o que de mais merda existe no Brasil. Longe, mas muito longe disto. Não é por acaso que meu tema de pesquisa envolve obesidade e pobreza no Brasil, estranho efeito também de nossa fusion.

Mas não quero dar uma de Heloísa Helena neste post.

Portanto, convido a todos para que naveguem, ouçam, leiam, bebam os sons realizados sob efeito de uma intensa, profunda e sensacional fusion brasileira, representada pelo querido compatriota: o já citado Abujamra.

Motivo de meu arroubo nacionalista: ontem assisti a seu show aqui no Rio, no Centro Cultural da Caixa, com direito a um bis de – pasmem! – 40 minutos.

Para aqueles que preferem sons mais tranquilos, recomendo que comecem por algumas de suas trilhas sonoras. Para os que gostam de diversidade, e não têm preferência musical muito definida, ouçam as de seu ultimo cd “Infinito de pé”: a própria, Elevador e Palmeira do deserto. Depois se entreguem às do cd que ainda será lançado, “Retransformafrikando”.

Site do André Abujamra

Divirtam-se!

Sobre Monica Carvalho
Pelos motores de busca e por um comentário há tempos aqui no meu blog, imagino a quantidade de figuras que acham que o Nina e eu é o blog da modelo que posou nua na revista. Que desilusão ao perceber que a homônima aqui escreve muito sobre cinema, músicas estranhas, política e comunicação social, quando não escreve uns contos ou umas poesias. Aqui, caro leitor, não tem bundinha de fora, nem peitinho à mostra, nem pelos púbicos ou partes depiladas. Mas às vezes, acabo comentando acerca de umas safadezas que acontecem nesse nosso mundo doido de pedra. Algumas delas são mais indecentes que qualquer imagem de revista masculina. Ai, ai, mundo cruel, sobretudo para os internautas necessitados que na busca de uma fotinho pra aliviar as entranhas, têm que tocar o bicho com meus comentários sobre política internacional ou ao som do Tom Zé.

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