Andanças

Desde que vim a Portugal pela primeira vez, no inverno de 93/94, tornei-me uma apaixonada pelos ritmos tradicionais portugueses. Lembro com nostalgia o dia em que meu primo Luis — como eu, um português não nascido em Portugal — apresentou-me à boa música portuguesa com a faixa “Matinal”, do CD Existir, dos Madredeus. Depois foi José Afonso, a guitarra de Carlos Paredes e muito mais, até que eu trilhasse meu próprio caminho de descobertas por aqui.

Foi assim que, recentemente, um amigo de Coimbra, comentou acerca do Andanças, um festival cultural anual, que reúne uma grande diversidade de danças e ritmos de Portugal e de outros países. Seu início deu-se em Évora, no Alentejo, em 1985. Mas, alguns anos depois, foi transferido para a Beira Alta, mais precisamente a belíssima São Pedro do Sul, que conheci ainda em 1994.

Bem, o Andanças 2007 já tem data e programação e, em breve, o lançamento de um documentário, “Arritmia”, editado pela PédeXumbo, Associação para a Promoção de Música e Dança, de Évora. O trailer está no post abaixo.

Tão bom quanto o site oficial do festival, é o site não oficial, que tem muitas músicas para ouvir e informações a respeito de dança e música em geral. Mas, é no site oficial que encontramos a hilária informação para quem quer participar do evento:

Animais

Dada a falta de estruturas para acolher animais no festival, não será permitida a permanência de cães, gatos, macacos, leões, elefantes, pandas e afins, exceptuando burros. Queremos crer, aliás, que nenhum amigo dos animais gostaria de impôr um animal ao stress, barulho e calor que se faz sentir no Festival.

Portanto, Shiva, Mozart e Feline ficarão em casa, como sempre.

Sobre Monica Carvalho
Pelos motores de busca e por um comentário há tempos aqui no meu blog, imagino a quantidade de figuras que acham que o Nina e eu é o blog da modelo que posou nua na revista. Que desilusão ao perceber que a homônima aqui escreve muito sobre cinema, músicas estranhas, política e comunicação social, quando não escreve uns contos ou umas poesias. Aqui, caro leitor, não tem bundinha de fora, nem peitinho à mostra, nem pelos púbicos ou partes depiladas. Mas às vezes, acabo comentando acerca de umas safadezas que acontecem nesse nosso mundo doido de pedra. Algumas delas são mais indecentes que qualquer imagem de revista masculina. Ai, ai, mundo cruel, sobretudo para os internautas necessitados que na busca de uma fotinho pra aliviar as entranhas, têm que tocar o bicho com meus comentários sobre política internacional ou ao som do Tom Zé.

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