Death Proof

Nesta semana fui ver Death Proof, o último do Quentin Tarantino. Como sempre, parece que seus filmes já nascem clássicos. Tarantino assume o estilo daqueles filmes americanos baratos da década de 70 e 80, cheio de mulheres gostosonas e perseguições de carros chamados “Grindhouse” e que passavam nos grandes teatros nos EUA. A montagem destes filmes era sempre ruim e Tarantino faz o mesmo, só que em seu filme isto faz parte de sua escolha estética e não de problemas de montagem ou produção.

Death Proof tem uma história bem interessante, incrementada pela excelente atuação de Kurt Russel como o dublê-psicopata [ou dublê de psicopata?] Stuntman Mike. O nome do filme “à prova de morte” deve-se ao super carro que ele tem. O momento máximo do filme ocorre quando a dublê de verdade Zoe Bell atua como si mesma e o resultado é um show de realismo e direção, numa perseguição de carros clássicos de tirar o fôlego.

No Youtube e no IMDB é possível encontrar montes de coisas a respeito do filme. Além disso, tem o próprio site do filme http://www.grindhousemovie.net. Ah, by the way, o filme foi feito em dupla com Robert Rodriguez, que fez um outro Grindhouse chamado Planet Terror, que eu não fui ver.

Para variar a trilha sonora é simplesmente genial. O filme termina com a música abaixo. Sem palavras.

Mas, além disso, vou ser mais seletiva e deixar o video da Lap Dance da atriz Vanessa Ferlito, capaz de deixar algumas funkeiras brasileiras no chinelo <risos>.

Sobre Monica Carvalho
Pelos motores de busca e por um comentário há tempos aqui no meu blog, imagino a quantidade de figuras que acham que o Nina e eu é o blog da modelo que posou nua na revista. Que desilusão ao perceber que a homônima aqui escreve muito sobre cinema, músicas estranhas, política e comunicação social, quando não escreve uns contos ou umas poesias. Aqui, caro leitor, não tem bundinha de fora, nem peitinho à mostra, nem pelos púbicos ou partes depiladas. Mas às vezes, acabo comentando acerca de umas safadezas que acontecem nesse nosso mundo doido de pedra. Algumas delas são mais indecentes que qualquer imagem de revista masculina. Ai, ai, mundo cruel, sobretudo para os internautas necessitados que na busca de uma fotinho pra aliviar as entranhas, têm que tocar o bicho com meus comentários sobre política internacional ou ao som do Tom Zé.

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