Dois dias…

Na quinta faço a ecografia/ultrassonografia e vou saber que nome colocar à frente de Nina e Eu… A partir daí, é provável que o blog mude um bocado, viu?

Até lá!

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Nina e eu sem Nina, mas ainda com roupa

Há tempos, anunciei neste blog a criação de meu Bloggy Curriculum Vitae.

Pois é, o CARVALHO, M. foi criado em julho do ano passado e está muito bem, obrigada. Nos últimos tempos, tem sido até atualizado com uma certa frequência.

A diferença deste aqui? Toda. Para começar, Nina não está presente. Afinal, Nina é meu alterego poli-interessado, nada focado, ou seja, bem DDA mesmo, que aqui eu deixo se expressar livremente. No meu Bloggy Curriculum, eu coloco textos que de alguma forma estão relacionados com minha produção acadêmica, além de comentários sobre o que ando fazendo, textos publicados etc.

Ah, você não sabia que eu não sou a que posou nua na revista? Puxa, deve ter se sentido até meio enganado lendo este post até aqui. Só lamento…

Micro-blogging

Aderi ao twitter. Vamos ver como vai ser. Imagino as pessoas loucas que “twittam” por aí, avisando coisas do tipo:

Preciso de um banheiro, urgente!

Uma vez bulímica sempre bulímica…

Acabei de matar o carteiro, porra!

Meu cachorro está me devorando!!!!!

Gente, to sozinha e meu bebê tá nascendo 😐

A este último tweet um reply: Respiração cachorrinho!

Mas fiquem tranquilos os twitterers de plantão, pois eu evitarei fazer essas coisas. Embora esta nova mania dê umas idéias, isto é certo. rsrsrsrsrs

Fantasia de internauta

Pelos motores de busca e por um comentário há tempos aqui no meu blog, imagino a quantidade de figuras que acham que o Nina e eu é o blog da modelo que posou nua na revista. Que desilusão ao perceber que a homônima aqui escreve muito sobre cinema, músicas estranhas, política e comunicação social, quando não escreve uns contos ou umas poesias. Aqui, caro leitor, não tem bundinha de fora, nem peitinho à mostra, nem pelos púbicos ou partes depiladas. Mas às vezes, acabo comentando acerca de umas safadezas que acontecem nesse nosso mundo doido de pedra. Algumas delas são mais indecentes que qualquer imagem de revista masculina. Ai, ai, mundo cruel, sobretudo para os internautas necessitados que na busca de uma fotinho pra aliviar as entranhas, têm que tocar o bicho com meus comentários sobre política internacional ou ao som do Tom Zé.

Cinema e retrato de Portugal

Desde que vim para Portugal tento me manter em dia em relação às estréias cinematográficas. Costumo ir ao cinema pelo menos uma vez por semana. O preço é sempre menor que no Rio de Janeiro, de €$4 a €$5,50. No entanto, não é de hoje que reparo que a grande maioria das pessoas por aqui não liga muito para cinema. Houve vezes em que assisti a filmes sozinha e se não fosse por estar em Coimbra, eu talvez tivesse desistido por medo.

Pois bem, hoje estou lendo a publicação Retrato Territorial de Portugal – 2005, do Instituto Nacional de Estatística, que, entre muitas coisas, trata do tema “écrans por habitante”. Vê-se que de 2003 para 2004 houve aumento de salas de cinema, assim como de sessões. No entanto, a procura vem diminuindo e chegamos a uma taxa de ocupação que de modo geral não ultrapassa 25%.

A maior parte dos municípios com salas de cinema (115 dos 158) registaram taxas de ocupação inferiores a 25% e ainda em 26 municípios as taxas não chegaram a 10%.

Os números mostram bem aquilo que eu já tinha percebido. Resta saber o porquê. Ou os portugueses preferem ficar comendo bacalhau com batatas diante da TV ou o consumo de bens culturais por aqui ainda deixa muito a desejar, já que, mais a frente, vê-se que o mesmo acontece com a taxa de visitas aos museus.

Outro post

Não costumo fazer isso, mas gostei do post de hoje do Mino Carta Uma sorte dos infernos. Acho que merece outras leituras. Fala do petróleo, dos media (como se diz por aqui) e, é claro, da política.

Jean-Paul Lagarride, o grande jornalista, liga de Paris. “Vai ter sorte assim no inferno”, diz sem preâmbulos. Quase quebro a perna ao cair das nuvens. Explica: “Falo desta descoberta no petróleo na bacia de Santos”. Segue-se o seguinte diálogo.

Migraine boy

Ontem eu tive uma das piores enxaquecas da minha vida. Hoje lembrei-me do cartoon Migraine Boy, de Greg Fiering. Houve um tempo em que me chamavam de “garota enxaqueca”, por causa de meu mau humor, assim como pela neosaldina que eu consumia diariamente. Tinha dores de cabeça todos os dias, mas nada comparável a que eu tive ontem, claro. O cachorro de Migraine Boy chamava-se Tylenol e seu melhor amigo o ser humano mais otimista que pode haver.

Uma das melhores tiras para mim é esta abaixo.