Publicidade do Compal goiaba

Gostei muito, tanto cartazes como na TV.

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Gota d’água

Tenho uma amiga que me diz que ela aproveita os períodos pré-menstruais para descarregar nas pessoas com quem ela já tem coisas acertar. Pois bem, acho que isto pode ser muito bom, em especial, com pessoas da família.

Muitas vezes vamos empurrando com a barriga as bobagens que ouvimos e, por uma série de razões, acabamos reconsiderando possíveis trocos ou respostas que deveriam ser dadas. Isto costuma me acontecer com familiares que não convivo no dia-a-dia. Mas, meu sangue, decididamente, não é de barata e ponto final.

Portanto, agora é assim. Como se diz por aqui: toma!

Assuntos esparsos

Além do mercado financeiro, outro assunto muito comum aqui em Portugal tem sido a discussão sobre o casamento entre homossexuais. Apesar de haver uma tendência mundial de as correntes mais à esquerda apoiarem esta causa, no país não é isso o que tem acontecido. O próprio primeiro ministro, do PS, que não é assumidamente gay, mas sobre quem o povo diz que é sim, não apoia a questão.

A sociedade portuguesa ainda é bastante tradicionalista. Por isso, o resultado de uma consulta feita por um instituto de pesquisa foi de que mais de 50% dos entrevistados eram contra este tipo de casamento.

É isso. Portugal deve continuar então onde sempre esteve neste assunto…

***

By the way, por falar em casamentos gays, ontem eu estava na confeitaria Tavi, no Porto, e ouvi um sujeito falar com um sotaque inglês. Olhei para trás e reconheci a figura: era Richard Zimler, afamado escritor de O último cabalista de Lisboa. Dia 23 será o lançamento de sua coletânea de contos aqui no Porto e, por este motivo, ele dava entrevista a um jornalista.

Ah, o que tem a ver com o assunto anterior? Há tempos li em entrevista sua em que ele se assume gay e já tem alguns anos que vive com seu companheiro numa terrinha aqui no norte de Portugal. Não sei se eles já são casados no Reino Unido, mas, com certeza, este é um assunto que lhes interessa.

Para além disto, ouve um momento tietagem de um sujeito visivelmente afetado. Nada contra a afetação, apesar de às vezes ser um bocado incoveniente, mas a tietagem era dispensável…

Papel de parede novo

Em geral escolho os papéis de parede da revista Piauí para o meu computador pessoal. São sempre irônica e estranhamente estéticos. Desta vez coloquei esta cena que mais parece um instantâneo de mulheres japonesas tendo um orgasmo coletivo. Esta foi realmente minha primeira impressão quando vi a imagem.

Vocês não concordam?

Se repararem, cada uma delas tem o seu à sua própria maneira, umas mais tímidas, outras eufóricas, outras disfarçando, bem comedidas, outras espantadas pela novidade, e por aí vai. A melhor para mim é a que fica com os dois polegares apontando para cima, como se dissesse: “este foi 10!”.

Risos múltiplos…

E para vocês, qual é a melhor da foto?

Bem, se gostaram e querem instalá-lo com um tamanho mais adequado à tela do seu PC, sigam o link.

Eu recomendo!

2007

I’ve been doing what I’m told
I’ve been busy growing old
And the days are getting cold but that’s alright with me
Sunlight sends you on your way
And those restless thoughts that cling to yesterday
Never be afraid of change

(Bic Runga – “Listening for the weather”)

Em 2007, desejo a todos muita coragem para mudar o que for preciso, devido e, sobretudo, desejado. Que por isto, não se perca a vontade de desejar. Mas que não se iludam que, ao desejar verdadeiramente alguma coisa, saibam que ela vai se realizar.

Boa sorte!

Qui aime bien châtie bien.

Mãos ao alto!